The ECC national debates have ended in April 2009. You may now debate the final 15 recommendations on the European portal
Envelhecimento da população
Agricultura
Negócios
Competitividade
Protecção do consumidor
ECC
Situação económica
Educação
Energia
Ambiente
Euro
Sistema financeiro
Globalização
Economia verde
Crescimento
Saúde
Indústria
Inflação
Emprego
Migração
Pobreza
Serviços públicos
Regional development
Serviços
Justiça social
Segurança social
Comércio
A Comunidade Ecoconómica Europeia tornou-se num monstro que dispende recursos duma forma desmesurada. Para mim, a burocracia criada, por burocratas que nunca geriram dinheiros próprios, mas sim e sempre dos outros deveria ser repensada por um conjunto de sábios da sociedade apolítica. O projecto económico, social e político que a Comunidade pretende ser, acaba por ser asfixiado por tanta burocracia.
Questões que coloco nesta área:
1. Para quê tantos deputados?
2. Para quê tantas mordomias para os mesmos?
3. Para quê tantas deslocações e comitivas sem sentido?
Será que estes recursos não poderiam ser utilizados doutra maneira?
Continuando, nesta linha de pensamento, será que faz sentido controlar a produção de determinados produtos (vejamos o leite e manteiga), quando em Àfrica se morre à fome? Será que faz sentido a protecção e os subsidios para não produzir?
Será que faz sentido despejar dinheiro para ser utilizado da pior maneira sem que se veja alguém a ser punido por utilização fraudelenta deste dinheiro?
Aquilo que eu defendo é uma EUROPA NOVA, de princípios claros e limpos, com a redução drástica da monstruosidade que a sua manutenção representa em termos de custos. As regras devem ser claras e uniformes e quem prevarica deve ser penalizado. Onde e quem o foi?
Não me posso pois, admirar da impunidade com que os nossos governantes passam ao lado das irregularidades e atropelos de toda a ordem que cometem.
A ideia da comunidade surgiu com um objectivo económico, passou a politico e social, hoje não passa de um sorvedouro do dinheiro dos contribuintes para alimentar uma máquina burocrática que nada produz, a não ser regras e atropelos movidos por lobistas e agentes de poderes muitas vezes poucos claros.