ESPAÇO ECONÓMICO SOCIAL E POLITICO

ESPAÇO ECONÓMICO SOCIAL E POLITICO

A Comunidade Ecoconómica Europeia tornou-se num monstro que dispende recursos duma forma desmesurada. Para mim, a burocracia criada, por burocratas que nunca geriram dinheiros próprios, mas sim e sempre dos outros deveria ser repensada por um conjunto de sábios da sociedade apolítica. O projecto económico, social e político que a Comunidade pretende ser, acaba por ser asfixiado por tanta burocracia.
Questões que coloco nesta área:
1. Para quê tantos deputados?
2. Para quê tantas mordomias para os mesmos?
3. Para quê tantas deslocações e comitivas sem sentido?
Será que estes recursos não poderiam ser utilizados doutra maneira?
Continuando, nesta linha de pensamento, será que faz sentido controlar a produção de determinados produtos (vejamos o leite e manteiga), quando em Àfrica se morre à fome? Será que faz sentido a protecção e os subsidios para não produzir?
Será que faz sentido despejar dinheiro para ser utilizado da pior maneira sem que se veja alguém a ser punido por utilização fraudelenta deste dinheiro?
Aquilo que eu defendo é uma EUROPA NOVA, de princípios claros e limpos, com a redução drástica da monstruosidade que a sua manutenção representa em termos de custos. As regras devem ser claras e uniformes e quem prevarica deve ser penalizado. Onde e quem o foi?
Não me posso pois, admirar da impunidade com que os nossos governantes passam ao lado das irregularidades e atropelos de toda a ordem que cometem.
A ideia da comunidade surgiu com um objectivo económico, passou a politico e social, hoje não passa de um sorvedouro do dinheiro dos contribuintes para alimentar uma máquina burocrática que nada produz, a não ser regras e atropelos movidos por lobistas e agentes de poderes muitas vezes poucos claros.