The ECC national debates have ended in April 2009. You may now debate the final 15 recommendations on the European portal
Envelhecimento da população
Agricultura
Negócios
Competitividade
Protecção do consumidor
ECC
Situação económica
Educação
Energia
Ambiente
Euro
Sistema financeiro
Globalização
Economia verde
Crescimento
Saúde
Indústria
Inflação
Emprego
Migração
Pobreza
Serviços públicos
Regional development
Serviços
Justiça social
Segurança social
Comércio
Acho imprescindível uma língua comum na UE para que se afirme uma identidade europeia. Uma vez que essa identidade deve conter a pluralidade cultural da Europa, essa língua não pode ser a de um Estado membro. Não tem porém sentido ir buscá-la a um país terceiro, uma vez que qualquer língua veicula uma cultura específica. Ficamos assim entre a necessidade de ter uma língua comum e a necessidade de ter muitas línguas. Claro que cada cidadão por si não tem possibilidade de conhecer as dezenas de línguas da UE e a solução defendida pela própria UE (em defesa do plurilinguismo: duas línguas para além da materna) tem-se revelado um perfeito embuste, dado que se reduz a inglês mais uma. Ora justamente o inglês é uma das línguas da UE e não pode ser a língua comum, sob pena de pôr em risco o projecto da UE. O que de resto está a acontecer: a UE não progride no seu projecto. Assim, só resta uma solução: uma língua neutral. O latim? O esperanto? Outra? Bem, há que decidir. O latim seria uma hipótese bastante aceitável, se bem que teria que ser um latim simplificado, que não o de Cícero. O esperanto? Rica hipótese, uma vez que é uma língua neutral de largo espectro e sendo uma língua planificada é lógica e simples (tem já o problema da complexidade do latim resolvido). Por mim, fico-me por esta hipótese. Dado que a conheço, considero-a a melhor escolha.